domingo, 11 de setembro de 2016

Novidades Coolbooks

A Coolbooks inicia este mês uma nova fase na sua vida como chancela do Grupo Porto Editora.

Para além da edição dos livros no formato ebook, os livros passam também a ser publicados em formato físico, consolidando a aposta nos novos autores de língua portuguesa. 

Disponíveis exclusivamente através da livraria online Wook, os exemplares físicos serão colocados à venda em simultâneo com o lançamento do ebook. A chegada deste novo formato é assinalada pelo lançamento simultâneo de 13 títulos, numa seleção editorial que abrange os dois anos de existência do projeto.


Aqui neste cantinho as Bloguinhas já leram O Diário do Meu Suicídio e O Enigma do Castelo Assombrado. Escusado será dizer que ficamos muito contentes com estas novas edições em papel!

E vocês? :) Já leram algum? Curiosos?

Boas viagens,

Bloguinhas

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Passatempo "A Memória da Chuva", Sandra Freitas, Chiado Editora (#31)

Foi com grande curiosidade que a Rosana decidiu ler A Memória da Chuva, da autoria de Sandra Freitas, tendo já aqui a sua opinião publicada! Para quem a leu, já se deve ter apercebido de que ela gostou muito da obra e, por isso, achamos que também os nossos leitores mereciam uma pequenina oportunidade para a ler também!

Assim, é com grande alegria que, em parceria com a Chiado Editora temos não um, mas DOIS exemplares desta bela obra para oferecer!!!


As participações são válidas até ao dia 30 de Setembro de 2016 às 24h59Leiam atentamente as regras de participação. Os vencedores serão contactados por email. O envio do livro está a cargo do blogue.

Regras de Participação:
1. Apenas será permitida uma participação por pessoa/email.
2. Para participar é obrigatório ser seguidor do blogue Bloguinhas Paradise.
3. Para participar é obrigatório colocar "gosto" na página do Facebook de Bloguinhas Paradise.
4. Colocar "gosto" na página de Facebook da Chiado Editora.
5. Colocar "gosto" na página de Facebook de A Memória da Chuva.
5. Cada participante pode conseguir 2 entradas extra partilhando este post numa rede social à escolha, em modo público.
6. O vencedor será determinado pela aleatorização das participações válidas.
7. Neste passatempo apenas serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
8. O blogue e a editora não se responsabilizam por eventuais extravios dos CTT.


a Rafflecopter giveaway


Boa sorte a todos os participantes e boas viagens! ;)

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Opinião “A Memória da Chuva”, Sandra Freitas

Sinopse:

“Pode um amor sobreviver ao presente, à amargura e à doença? Podem o tempo e o destino mudar algo que já existiu para perdurar? Pode uma doença unir duas pessoas que já desistiram do amor? A Memória da Chuva é a história de Jorge e Inês, protagonistas numa relação desencontrada e separados por um passado misterioso que a ambos parece revoltar, confundir e perseguir, mesmo no presente das suas vidas adultas. Quando o destino lhes oferece nova contrariedade, as dúvidas e inseguranças são mascaradas por um desejo inconsciente de proteção. No entanto, há coisas contra as quais podemos lutar e outras não. O amor não devia falhar por causa de equívocos, mas pode facilmente falhar por situações que estão fora do alcance humano.”


Opinião:

Para começar tenho que dizer que gostei muito desta obra! Como tal, como sabem, quando isto acontece é-me sempre muito difícil transpor o que penso e o que senti em palavras. No entanto, como é habitual vou tentar transmitir tudo o que quero da melhor forma!

Tive conhecimento da sua publicação através das redes sociais e da blogosfera. E como com qualquer novidade, analisei a capa, a sinopse, entre outras coisas. A sinopse pareceu ser do meu agrado e a capa com um fundo que me é tão conhecido – o Porto/Gaia com a bela ponte D. Luís – também me chamou à atenção. Mas o que me fez mesmo decidir ler o livro foi reparar no pequeno/grande pormenor de esta ter a revisão feita pela Célia Loureiro – autora de “A Filha do Barão”. Assim, foi com uma enorme curiosidade e vontade de ler que solicitei um exemplar da obra à Chiado Editora para leitura e opinião, a quem deixo desde já aqui o meu agradecimento!

Quando recebi o meu exemplar, olhei com atenção para ele e pensei – “Fogo, que grande! Será que não será maçuda a escrita?”. Não! Não senti em nenhuma parte da obra descrições exageradas nem pormenores desnecessários. Aliás, apesar das suas 478 páginas, li-o de um folgo só! Repleto de uma escrita simples, mas não banal, somos facilmente conquistados por Sandra Freitas! Por outro lado, para além desta escrita simples e acessível, também a maneira como a história é conduzida e narrada ajuda a que o leitor tenha uma leitura muito agradável! Sem quebras no discurso e na sequência dos acontecimentos, para primeira obra da autora, esta pareceu-me perfeita! Claro está que não tenho nenhum curso de literatura e não é meu objectivo analisar criticamente a qualidade linguística da obra, no entanto, considero que apesar de não estarmos perante uma obra complexa, linguisticamente brilhante e trabalhosa, com metáforas e interpretações, esta não perde nada com isso! É, na minha opinião, uma obra que é como tinha de ser! E depois, é tão bom ler em Português! Não sei se partilham desta minha opinião, mas é tão diferente literatura traduzida da literatura nacional! Casa, doce casa!

No que diz respeito à história em si, ainda me encontro presa a ela! A narrativa desenrola-se em torno da vida de Inês e Jorge. Separados por um equívoco que ambos desconhecem, reencontram-se ao fim de 12 anos! E com este reencontro, tudo muda na vida de ambos! É incrível como por muito que tentemos afastar um amor verdadeiro, este teima em ficar, em magoar, em nos fazer sentir – eu estou aqui! E com isto, provavelmente já estão a pensar – vai ser um livro lamechas! E aqui volto a dizer que não! Pelo menos para mim não atingiu as proporções lamechas inaceitáveis! :) É um livro muito bonito sim, capaz de envolver o leitor e fazer-nos torcer por todas as personagens que dele fazem parte!

Mas como não consigo encontrar as palavras adequadas para descrever exactamente aquilo que sinto, deixo aqui aquilo que a sinopse tão bem diz:

“Quando o amor colide com a doença.”
“O amor não devia falhar por causa de equívocos, mas pode facilmente falhar por situações que estão fora do alcance humano.”

E face a isto, sou forçada a concordar que “o amor não devia falhar por causa de equívocos”, mas também não devia falhar por situações fora do alcance humano! No entanto, todos sabemos que pode! Com conhecimentos para falar sobre o tema a que se propõe, a autora não dramatiza a doença! Fala sobre ela como ela realmente é! E conseguimos facilmente colocar-nos no lugar de Inês! Apesar de compreendermos o que possivelmente sentem os nossos doentes, nunca o compreendemos verdadeiramente até passarmos por algo semelhante!

Assim, convido-vos a ler esta obra de uma nova autora portuguesa – Sandra Freitas – enfermeira de profissão – que brilhantemente nos transmite a realidade crua e dura em que vivemos e, ao mesmo tempo, a beleza do amor verdadeiro! Ficou aqui a vontade de voltar a ler as próximas obras da autora!

Uma obra comovente, mas real! :)



terça-feira, 6 de setembro de 2016

Novidades Bertrand Editora - Paul Sussman, Raquel Varela e António Coimbra de Matos

"O Exército Perdido", Paul Sussman


Sinopse:

"A zoóloga britânica Tara Mullray vai ao Egito visitar o pai, um arqueólogo de grande prestígio, e descobre com horror que ele morreu alguns dias antes da sua chegada. Nessa altura, um negociante especializado em venda de antiguidades no mercado negro é também encontrado morto junto do Nilo. O seu corpo, ferozmente mutilado, está também coberto de queimaduras de cigarro. Estes crimes despertam o interesse da Embaixada Britânica e do Serviço de Antiguidades do Egito por o julgarem relacionados com o terrorista Sayf al-Tha'r."
 
Género: Literatura/Thriller
Tradução: Manuel Cordeiro
Nº páginas: 480
ISBN: 978-972-25-3057-6
 

Sobre o autor:

"Paul Sussman. 1966 – 2012. Formado em História, acumulou o jornalismo com a arqueologia, tendo trabalhado muitos anos em escavações arqueológicas no Egito, em particular no Vale dos Reis. Paralelamente à sua atividade nas escavações, escreveu obras como Oásis Escondido e O Labirinto de Osíris, que fizeram dele um dos mais conceituados e populares autores do género."


Data de Lançamento: 9 de Setembro 2016


"Do Medo à Esperança", Raquel Varela e António Coimbra de Matos


Sinopse:

"«No princípio não foi o verbo, foi a ação/relação. Não é a palavra, mas o gesto que cria o mundo», diz ele. «Somos o que fazemos. E somos o que fazemos para mudar aquilo que somos», recorda ela, lembrando Galeano. Ele é António Coimbra de Matos, 86 anos, médico, autor, e o nome mais respeitado da psicanálise em Portugal, como escreveu alguém. Ela é Raquel Varela, 37 anos, historiadora, com uma obra notável, e uma figura conhecida graças à sua presença corajosa como intelectual pública. Nos primeiros meses de 2016, juntaram-se os dois à esquina, não para tocar concertina mas para refletir sobre os medos que afligem a sociedade portuguesa e a forma de os esconjurar. No consultório de Coimbra de Matos, num lugar calmo de Lisboa, foram trocando palavras, numa conversa transcrita e editada neste livro em grande medida instigada pela vida profissional de ambos – ela especialista em relações laborais e história do trabalho, ele psicanalista. «Diz-me como trabalhas, dir-te-ei que doenças tens», diz ele. «Cultivar, cuidar, construir. Não há nenhum direito “adquirido”: foram todos conquistados», conclui ela.»"

Genero: Psicologia
Nº páginas: 184
ISBN: 978-972-25-3205-1

Sobre os autores:

"Raquel Varela é historiadora, investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de História Global do Trabalho e dos Conflitos Sociais, e do Instituto Internacional de História Social, onde coordena o projeto internacional «In the Same Boat? Ship building and ship repair workers around the World (1950-2010)». É coordenadora do projeto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. É doutora em História Política e Institucional (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa). É, atualmente, presidente da International Association Strikes and Social Conflicts."
 
"António Coimbra de Matos nasceu em Galafura (Trás-os-Montes) a 20 de dezembro de 1929. Psiquiatra, Pedopsiquiatra e Psicanalista, Professor na Faculdade de Psicologia de Lisboa e no ISPA por mais de três décadas. Em 2012, foi-lhe atribuído o título de Doutor Honoris Causa pelo ISPA. Diretor e Presidente de várias instituições e associações científicas, nomeadamente do Centro de Saúde Mental Infantil e Juvenil de Lisboa, da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, Sociedade Portuguesa de Psicossomática e da Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica. Autor de vasta obra científica, ganhou vários prémios e, em 2012, foi galardoado com o «Distinguished Psychoanalytic Educator Award» do International Forum for Psychoanalytic Education. A 10 de junho de 2013, o Presidente da República, atribuiu-lhe o grau de Grande-Oficial da Ordem da Instrução Pública."


Data de Lançamento: 9 de Setembro 2016


Para mais informações, consulte o site da Bertrand Editora 

Pensamento do Dia


"As coisas não são todas tão perceptíveis e passíveis de serem expressas como nós muitas vezes pensamos. A maior parte dos acontecimentos são inexpressáveis; acontecendo dentro de uma dimensão na qual nenhuma palavra alguma vez entrou."

Ángeles Doñate, Cartas por um Sonho

Opinião “Cartas por um sonho”, Ángeles Doñate

Sinopse:

“O Inverno chega a Porvenir e traz com ele uma má notícia: a estação de correios vai fechar e o pessoal vai ser transferido para a cidade. Quem precisa de um carteiro num mundo onde já não se escrevem cartas?

Cartas Por Um Sonho é um livro comovente, encantador e cheio de ternura, onde, através da corrente de cartas, vão desfilando personagens do nosso quotidiano, todas elas com os seus sonhos, a sua história, mais ou menos triste, as suas frustrações.”


Opinião:

Foi com alguma curiosidade que enveredei na leitura desta obra. No entanto, sou forçada a dizer que não esperava que esta me surpreendesse tanto pela positiva! Afinal, é um livro sobre cartas. E para nós, que ainda somos novos de idade, o conceito de cartas já não acompanha infelizmente o nosso dia-a-dia.

Mas, a verdade é que à medida que lia cada carta que compunha a corrente de cartas iniciada por Rosa, me sentia cada vez mais dentro de Porvenir e mais envolvida na magia das cartas! De facto, a autora tem razão:

Como é bom receber uma carta!
Quem é que não fica curioso quando as cartas vêm dirigidas a nós?

Mas claro que quando falamos de cartas, falamos de remetentes e de um receptor! Nada seria possível se neste livro não estivéssemos perante as personagens mais peculiares, com inúmeros defeitos e qualidades, mas cada qual com o seu devido valor! E quando estamos perante uma cidade pequena como Porvenir, em que quase toda a gente se conhece, acabamos por nos sentir em casa!

Mas ainda não expliquei porque é que o livro é sobre cartas! Tudo começa quando Sara conta à sua vizinha Rosa que estão a pensar fechar aquela estação de correios e, com isso, transferir a sua única carteira – Sara! Triste com a situação, Rosa tem uma ideia – criar uma corrente de cartas para provar que a carteira ainda é necessária e que a estação de correios não deve fechar. E é através desta premissa que ficamos a conhecer todas as personagens! Através de cartas! Mas estas cartas também não são como poderíamos achar! A carta tem um destinatário mas não tem remetente; e o autor da mesmo pode escrever sobre o que quiser! Curiosos?

Infelizmente não posso contar muito mais, pois se o fizer, concerteza que a sua leitura não terá o mesmo impacto e a mesma magia! Acima de tudo, estamos perante uma obra ternurenta, capaz de nos arrancar pequenos e simples sorrisos sem querer, que acabam por fazer a diferença no leitor!

E se escrevêssemos uma carta? (Aqui ficou a vontade de escrever uma!)



segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Novidades Bertrand Editora -Álvaro Laborinho Lúcio, Andrew Michael Hurley e Paulo Coelho

"O Homem que Escrevia Azulejos", Álvaro Laborinho Lúcio


Sinopse:

"A Cidade e a Montanha vigiam-se mutuamente, num jogo de espelhos e de contrários, numa geometria de centros e periferias, num enredo de poderes e de ocultações, onde muitas são as maneiras de viver a clandestinidade e muitas são as clandestinidades: escondidas, distantes; umas, vividas; outras, à vista de todos. Dois homens, Marcel e Norberto, atravessam, juntos, todo o tempo de uma vida. Escolheram, para viver, a ficção, e é nela que são clandestinos. Com eles vêm encontrar-se João Francisco e Otília. Ele, violinista e professor de música, ela, a sua jovem neta, ambos na busca incessante do sublime, também eles recusados pela realidade. Um homem que escrevia azulejos – que reencontrou a utopia e gostava da sátira – reparou neles e pintou-os com palavras.
O Homem Que Escrevia Azulejos, de Álvaro Laborinho Lúcio, debate e ilumina-se das grandes ideias da modernidade, enquanto observa, não sem algum detalhe pícaro, a falência das sociedades em que vivemos. Um romance culto e empenhado sobre o poder, e o poder redentor da arte e do amor."

Género: Literatura/Romance
Nº páginas: 248
ISBN: 978-989-722-322-8

Sobre o autor:

"Álvaro Laborinho Lúcio, mestre em Ciências Jurídico-civilísticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e magistrado de carreira, é juiz-conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça. De Janeiro de 1990 a Abril de 1996, exerceu, sucessivamente, as funções de secretário de Estado da Administração Judiciária, ministro da Justiça e deputado à Assembleia da República. Entre Março de 2003 e Março de 2006, ocupou o cargo de ministro da República para a Região Autónoma dos Açores. Com intensa actividade cívica, é membro dirigente de várias associações, entre as quais se destacam a APAV e a CRESCER-SER, de que é sócio fundador. Com artigos publicados e inúmeras palestras proferidas sobre temas ligados à justiça, ao direito, à educação, aos direitos humanos e à cidadania em geral, é autor de livros como A Justiça e os Justos, Palácio da Justiça, Educação, Arte e Cidadania, O Julgamento – Uma Narrativa Crítica da Justiça – e, em co-autoria, Levante-se o Véu. Agraciado pelo rei de Espanha, com a Grã-Cruz da Ordem de S. Raimundo de Peñaforte, e pelo Presidente da República Portuguesa, com a Grã - Cruz da Ordem de Cristo, é membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa, exercendo, actualmente, as funções de presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho. Em 2014, publicou na Quetzal o seu primeiro livro de ficção com o título O Chamador."


Data de Lançamento: 16 de Setembro 2016


"Santuário - The Loney", Andrew Michael Hurley


Sinopse:

"Dois irmãos. Um, mudo; o outro, o seu protetor. Todos os anos, a família visita o santuário que fica na desolada faixa de costa conhecida apenas como «Loney», desesperadamente à espera de uma cura. Durante as longas horas de espera, os rapazes são deixados sozinhos. E não conseguem resistir à passagem que se vislumbra a cada mudança da maré, à velha casa que se ergue ao longe... Muitos anos mais tarde, Hanny é um homem feito e já não precisa dos cuidados do irmão. Mas depois descobre-se o cadáver de uma criança, morta há muito. O Loney acaba sempre por dar à costa os seus segredos."

Género: Literatura/Romance
Tradução: Ana Falcão Bastos
Nº páginas: 320
ISBN: 978-972-25-3243-3

Sobre o autor:

"Andrew Michael Hurley nasceu em Inglaterra em 1975 e Santuário é o seu livro de estreia. Publicado originalmente em 2014 numa edição limitada de 300 exemplares, os leitores e a crítica fizeram dele um enorme sucesso comercial. Foi-lhe atribuído o Costa Book Award 2015 na categoria de romance de estreia e o British Book Award 2016 nas categorias de melhor livro de estreia e melhor livro do ano. O autor tinha publicado anteriormente dois livros de contos. Vive no norte de Inglaterra, em Lancashire, onde é professor de Literatura Inglesa e Escrita Criativa."


Já à venda!

"A Espia", Paulo Coelho


Sinopse:

"Tudo o que sei é que o meu coração é hoje uma cidade-fantasma, povoado por paixões, entusiasmo, solidão, vergonha, orgulho, traição, tristeza. E não consigo desenvencilhar-me de nada disso, mesmo quando sinto pena de mim própria e choro em silêncio. Sou uma mulher que nasceu na época errada e nada poderá corrigir isso. Não sei se o futuro se lembrará de mim, mas, caso isso ocorra, que nunca me vejam como uma vítima, e sim como alguém que deu passos com coragem e pagou sem medo o preço que precisava de pagar."

Género: Literatura/Romance
Adaptação: Ana Rita Silva
Nº páginas: 184
ISBN: 978-989-687-375-2

Sobre o autor:

"Um dos autores mais lidos e respeitados em todo o mundo, Paulo Coelho tem a sua obra publicada em mais de 170 países e traduzida em 81 idiomas. É autor do clássico dos nossos tempos, O Alquimista, considerado o livro brasileiro mais vendido de sempre e que atingiu já mais de 400 semanas ininterruptas de presença na lista dos livros mais vendidos do The New York Times. Nascido no Rio de Janeiro, em 1947, foi encenador e dramaturgo, jornalista e compositor, antes de se dedicar à literatura. Foi galardoado com diversos prémios internacionais, entre eles o Crystal Award, do Fórum Económico Mundial, e recebeu o prestigiado título de Chevalier de L’Ordre National de la Légion d’Honneur. Ocupa a cadeira número 21 da prestigiada Academia Brasileira de Letras, é Embaixador Europeu do Diálogo Intercultural e Mensageiro da Paz das Nações Unidas. Em conjunto com a mulher, a artista plástica Christina Oiticica, fundou o Instituto Paulo Coelho, que oferece apoio e oportunidades aos membros mais desfavorecidos da sociedade brasileira, especialmente a crianças e a idosos.

A obra de Paulo Coelho conta já com mais de 210 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo."


Data de Lançamento: 16 de Setembro 2016


Para mais informações, consulte o site da Bertrand Editora