Sinopse:
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ISBN: 978-972-0-03099-3 Páginas: 272 Classificação Temática: Romance |
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ISBN: 978-972-0-03099-3 Páginas: 272 Classificação Temática: Romance |
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Prestes a tomar uma decisão que mudará a sua vida, Alexis Fielding sente que, mais do que olhar para o futuro, a verdadeira resposta a todas as suas dúvidas reside no passado; concretamente, no passado da mãe, Sofia Petrakis, acerca do qual pouco sabe.
Decidida a descobrir tudo quanto possa sobre as suas raízes gregas, Alexis chega à pequena aldeia de Plaka, em Creta, munida de uma carta para Fotini, uma velha amiga da família materna. É esta mulher quem, por fim, revela a Alexis a trágica história que Sofia escondeu toda a vida: a de uma família assombrada pela doença e ligada inexoravelmente à ilha de Spinalonga, um dos últimos lazaretos existentes na Europa.
Fruto de uma intensa pesquisa, mas cheio de paixão e atmosfera, A Ilha é um romance encantador e profundo sobre estigma e amor, paixão e tragédia, no cenário magnífico das ilhas gregas.
Há livros que são para o leitor aquela mantinha que pomos em cima de nós quando estamos no sofá, mesmo em dias de algum calor, o aconchego que tanto gostamos de sentir! E A Ilha é o exemplo desse tipo de livros!
Tudo começa com as dúvidas de Alexis Fielding relativamente às suas origens, sempre omitidas pela sua mãe Sofia. E, apesar de ser a partir dela que conhecemos esta bonita história, esta não é de todo a personagem principal da obra. Assim, acompanhamos Alexis, e ficamos a conhecer a aldeia de Plaka, em Creta, e a ilha de Spinalonga.
Foi com um sorriso nos lábios que avancei página a página, que conheci belas personagens como Eleni, Maria e Giorgos, personagens estas que vão ficar no meu coração.
Para quem não sabe, a história da família de Alexis começa em 1939, e aqui acompanhamos não só a invasão de Creta pela Alemanha, mas também, a história da lepra. Quando li a sinopse desta obra, nunca pensei que a doença de que nos falava era a lepra, e isso foi uma surpresa agradável. Apesar da má imagem que nos surge na cabeça quando ouvimos falar de lepra, a autora consegue que terminemos a leitura com uma imagem mais bonita daquilo que foi a vida das pessoas com lepra e da ilha de Spinalonga para onde eram enviadas as pessoas com a doença. E só por este motivo, já posso dizer que foi uma leitura que valeu a pena, e que aconchegou completamente o meu coração.
Como ponto menos positivo, ficou em mim um sentimento agridoce relativamente a Sofia. No entanto, penso que a bonita história de Plaka e Spinalonga me encheu o coração bem mais do que a desilusão com Sofia.
Já tenho cá em casa também Uma Noite de Agosto – que talvez me volte a aquecer o coração e me ajude a compreender Sofia.
Por fim, deixo o meu agradecimento à Porto Editora pela cedência do exemplar para divulgação, leitura e opinião.
Nós e Mais Ninguém tem um início perfeito para um thriller: a cena de um crime macabro. O facto da sinopse não ser muito reveladora só aumentou a minha curiosidade. A primeira centena de páginas foi muito cativante, o ambiente de mistério e suspense agarrou-me.
Steven, um professor charmoso e respeitado, vai com a sua jovem namorada, Ellie, para um fim-de-semana isolado numa cabana no meio do nada, com frio e neve como pano de fundo. O fim-de-semana romântico começa com várias cenas calientes (até demasiado para um thriller), que não nos preparam para o que vai acontecer a seguir. Portanto, a reviravolta é inexpectável q.b. A partir daí a leitura foi uma pescadinha de rabo na boca, entreteve o suficiente para eu não a abandonar, mas tornou-se repetitiva e demorada. Num ambiente de escape room, estilo salve-se quem puder, em que tentamos perceber as motivações das personagens, o mistério foi desvendado muito precocemente.
Parece-me que de alguma forma a autora queria passar uma mensagem, uma mensagem de muito valor, mas acabou por construir a narrativa à volta disso, preocupando-se menos com a história em si.
De qualquer forma, Nós e mais ninguém é um thriller mediano que poderá vos entreter facilmente numa tarde de praia.

Eis Grace Bernard: irmã, colega, amiga, serial killer... Grace perdeu tudo. E agora quer vingar-se.
Quando Grace Bernard descobre que o seu pai milionário ausente rejeitou os pedidos de ajuda da mãe moribunda, ela jura vingança e prepara-se para matar todos os membros da sua família.
Os leitores têm um lugar na primeira fila enquanto Grace elimina a família um a um – e o resultado é tão macabro quanto divertido nesta brincadeira maldosamente escura sobre classe, família, amor... e homicídio.
Como Matar a Tua Família prometia ser uma leitura viciante e divertida, um livro leve para nos entreter nas ociosas horas passadas na areia. No entanto, embora seja de fácil leitura, achei este livro morno, e até aborrecido em alguns momentos.
Grace Bernard está presa por um crime que não cometeu. Inocente desse crime, é apenas culpada de ter assassinado de forma exemplar seis membros da sua família! É através da sua própria voz que ficamos a conhecer a ironia da sua situação e da injustiça que sobre ela desabou.
Grace é completamente uma anti-heroína, sociopata, psicopata, incrivelmente preconceituosa, criticando tudo e todos à sua volta, como se trouxesse a verdade guardada num bolso. Geralmente quando conhecemos as motivações dos anti-heróis conseguimos nos aproximar deles e até torcer, ainda que quase à socapa de nós mesmos, para que tenham um final menos infeliz. Todavia, isso não aconteceu com Grace, desprezei-a do início ao fim. O seu pai milionário desde sempre a rejeitou, negando auxílio mesmo quando a sua mãe moribunda o procurou. Apesar das dificuldades por que passou na infância, Grace foi acolhida pela família do seu melhor amigo. Uma família de classe média-alta e que lhe proporcionou uma vida repleta de conforto e oportunidades que Grace não soube aproveitar por estar completamente obcecada pela sua vingança: matar todos os membros da sua família paterna.
A premissa de Como Matar a Tua Família é super original e o início do livro é muito intrigante, mas conduz-nos para uma narrativa apenas medianamente envolvente e que termina num final inexpectável, mas pouco credível e demasiado aberto.

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Um rapaz sueco desembarca na Califórnia, sozinho, sem um tostão no bolso e sem entender uma palavra de inglês. Confia que na costa oposta, em Nova Iorque, o seu irmão mais velho o espera, juntamente com as garantias de uma vida próspera e tranquila, e não lhe resta mais do que pôr-se a caminho, a pé. Durante esta longa viagem, esbarra com o fluxo de gente que procura no Oeste ouro e terras férteis, conhece naturalistas, criminosos, fanáticos religiosos, índios, homens das leis e das armas e, entre avanços e recuos, à medida que se torna um homem, torna-se também uma lenda. Com este que foi o seu romance de estreia, Díaz reconfigurou as convenções da ficção histórica, forçando um olhar sobre os estereótipos que povoam a nossa ideia de passado e os seus protagonistas. Ao longe anuncia um excecional autor.
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| Classificação Temática: Literatura Fantástica Nº Páginas: 392 Editora: Editorial Presença Lido por Rosana Maia - Opinião aqui 🌟🌟🌟🌟 |
| Classificação Temática: Romance Nº Páginas: 216 Editora: Porto Editora Lido por Bárbara Tomé - Opinião aqui 🌟🌟🌟 |
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| Classificação Temática: Romance Nº Páginas: 320 Editora: Topseller Lido por Rosana Maia - Opinião aqui 🌟🌟🌟 |
| Classificação Temática: Romance Nº Páginas: 120 Lido por Bárbara Tomé - Opinião aqui 🌟🌟 |
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| Classificação Temática: Literatura Fantástica Nº Páginas: 288 Editora: Saída de Emergência Lido por Rosana Maia - Opinião aqui 🌟🌟🌟 |
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| Classificação Temática: Policial e Thriller Nº Páginas: 356 Editora: Clube do Autor Lido por Bárbara Tomé - Opinião aqui 🌟🌟🌟🌟 |
| Classificação Temática: Romance Nº Páginas: 224 Editora: Cultura Lido por Rosana Maia - Opinião aqui 🌟🌟🌟🌟 |
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| Classificação Temática: Literatura Fantástica Nº Páginas: 320 Editora: Saída de Emergência Lido por Tiago Cunha - Opinião aqui 🌟🌟🌟 |